O Media Storm produz especiais multimídia que são testemunhos contundentes do nosso tempo. Parceiro do Washington Post.com, o Media Storm também esteve ao lado da Reuters na produção de Bearing Witness – Five Years of the Iraq War, um belo especial sobre a cobertura jornalística da agência nos cinco anos da Guerra do Iraque. Imperdível também é o especial fotográfico Heaven, Eath, Tequila, que mostra o trabalho do fotógrafo Douglas Menuez.

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Alberto Cairo, considerado pioneiro da infografia interativa e um dos mais influentes profissionais da área, ex-diretor de gráficos online do espanhol El Mundo, atualmente professor da Universidade da Carolina do Norte, lançou seu Infografía 2.0 – Visualización interactiva de la información en prensa. O objetivo principal da obra  é definir o que ele vem entendendo como uma transição na infografia no jornalismo, cenário no qual o New York Times configura-se como o meio mais inovador, segundo o autor. O infografista analisa 47 infografias interativas do jornal norte-americano e desenvolve conceitos interessantes para se pensar a infografia e a visualização da informação. A introdução e parte do capítulo 1 estão disponíveis para download.

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Ontem, durante minha participação no Cliic 2.0, conheci Carlos Sena, da área de desenvolvimento de projetos da Telefônica, e na sua fala descobri o Wolfram|Alpha. “A ferramenta foi lançada no dia 15, com grande alarde e expectativas. Apesar de ter gente comparando-o ao Google ou ao Wikipedia, ele é um animal de outra espécie, e tem semelhanças tanto com o Bing como com o Siri. O objetivo declarado do Wolfram|Alpha é criar modelos matemáticos sobre uma grande variedade de fontes de dados para modelar o conhecimento em áreas específicas. Por exemplo, você pode fornecer questões objetivas, tais como o nome de um país ou de uma pessoa famosa para obter informações como a população e o PIB, ou a data e local de nascimento. Se você é um pesquisador ou estudante de ciências exatas vai se deliciar com ele. Você pode fornecer qualquer equação para receber a plotagem gráfica, sua integral e derivada, fórmulas alternativas, etc. Uma observação: todas as consultas devem ser feitas em Inglês, e em alguns momentos você precisa usar determinados símbolos matemáticos”, nos ensinou Sena. Voltei para casa com muitas dúvidas criativas sobre como seria, por exemplo, a narrativa para aplicativos como o Siri ou Bing.

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Vejam que brilhante narrativa de imagens do Leftchannel. Também há ótimas outras peças de “design intermídia”.

Cuba no Leftchannel

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David Lynch acaba de surpreender mais uma vez. “Interview Project” são 121 curtas-metragens que contam histórias de pessoas desconhecidas, registradas em 22.000 milhas de aventura por cidadezinhas e estradas norte-americanas. Cada documentário varia de 3 a 5 minutos de duração e todos serão veiculados pela internet a partir de segunda-feira, 01 de junho. Imperdível!

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Desenhos encontrados há 15 mil anos na caverna de Lascaux, na França, mostram tribos caçando e procurando comida. Outras civilizações também representaram fatos cotidianos em suportes existentes na época. Os egípcios, por exemplo, pintavam ou entalhavam os mausoléus e tumbas, representando deuses e humanos na mesma cena. O Livro dos Mortos, do segundo período intermediário, traz longos pergaminhos ricamente pintados e decorados que continham informações importantes sobre como ser bem sucedido no julgamento dos Deuses no Tribunal de Osíris.Ou seja, podemos perceber que o homem sempre buscou formas de narrar o cotidiano e suas histórias. Os japoneses, por exemplo, cultivaram durante os séculos XI a XVI o emakimono, narrativas pintadas, desenhadas ou estampadas horizontalmente em pergaminhos, combinando texto e imagem.

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“Lugar é composto por fluxos de diversas territorializações. Ele é sempre dinâmico e, ao mesmo tempo, enraizado. Lugar é vínculo social. Lugar é fluxo de emoções, é topos, é memória e cristalização de sentimentos. Lugar não é fixação mas interrelação. Com as mídias locativas, o lugar deve ser visto como fluxo de diversas territorializações”, diz André Lemos no Manifesto sobre mídias locativas. O manifesto me fez pensar que as narrativas locativas não são novas, existem nos grafitis, stickers, jornalismo local e hiperlocal. O que precisamos discutir, acredito, é qual será o fluxo que queremos, em qual grau de enraizamento.

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      Amigos, 

            Vejam isto. Vocês também gostam do Ry Cooder?

            Curtam o trabalho e cliquem na tela inteira para verem as coisas aparecerem….

            Abraço

Enviado por Sebastião Squirra para Rede Jortec

PS: Ryland Peter Cooder, conhecido como Ry Cooder (Los Angeles, 15 de Março de 1947), é um guitarrista e compositor norte-americano eclético, cujas composições vão dos blues ao rock and roll, passando pelo reggae, tex-mex, jazz, country, folk,música instrumental, rhythm and blues e gospel. O característico som da sua guitarra, tem origem na técnica utilizada, designada por slide guitar.

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